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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Animação ensina sobre agroecologia e alimentação para crianças.




Animação infantil que explica o que é agroecologia. Comida que Alimenta foi lançado pelo Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá, ONG pernambucana, e em cinco minutos dá uma bela noção para as crianças sobre alimentação.

Quando a gente tem filhos acaba tentando se reeducar quando sente o quanto é ruim viver na correria e na preguiça da comida industrializada (de vez em quando é difícil deixar de recorrer). O vídeo mostra uma conversa entre uma menina, sua mãe, e um agricultor sobre o quanto é melhor comer produtos agroecológicos.
Mas o que é mesmo agroecologia? Como o nome diz, é a soma das palavras agricultura e ecologia. Quem trabalha nessa perspectiva, acredita que uma floresta, imitando o que faziam os índios e outros povos ancestrais, pode sim ser muito produtiva. Ou que pelo menos podemos tentar fazer agricultura sem o uso de agrotóxicos e outros insumos químicos perigosos.
Vale a pena conhecer essa instituição (www.centrosabia.org.br) e mostrar às crianças o desenho animado.
O Sabiá é uma ONG que tem 22 anos e já implantou mais de 1.000 sistemas agroflorestais (SAFs) em todo o Estado. Além do SAF, eles trabalham também na recuperação de nascentes e áreas de proteção permanente (APPs), implantação de tecnologias alternativas como as cisternas, no acompanhamento das feiras agroecológicas, na educação contextualizada e para uma melhor convivência da população do Agreste e Sertão com o semiárido.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Manjericão Santo remove flúor da água e beneficia a glândula pineal



Uma planta chamada Tulsi, ou Manjericão Santo (Ocimum tenuiflorum), que cresce por toda a Índia pode ser apenas outra resposta para retirar o flúor da água em países pobres em todo o mundo. Cientistas da Universidade de Rajasthan descobriram que o Tulsi pode substituir algumas das alternativas mais caras para a remoção de flúor.

Os investigadores conduziram o experimento em uma aldeia de Narketpally, imergindo 75 mg de folhas de manjericão santo em 100ml de água que tinha mais de 7 partes de flúor por milhão de água. Após a imersão das folhas em água durante apenas 8 horas, o flúor foi reduzido para apenas 1,1 partes por milhão. A Organização Mundial de Saúde diz que os níveis "seguros" de flúor na água não são mais do que uma parte por milhão.

Com a recente admissão da Universidade de Harvard que o flúor é ruim para a saúde, e as notícias continuadamente apontam para o flúor sendo responsável por esgotar a capacidade do cérebro causando déficit de atenção, ou mesmo calcificando a glândula pineal, (que inibe importantes secreções hormonais como a melatonina e serotonina, e DMT), é uma notícia maravilhosa de que um remédio tão simples foi encontrado.

Alguns perigos do flúor

Como mencionado, o flúor tem sido associado a diversas consequências para a saúde, e por uma boa razão: é tóxico.

Um estudo de Harvard explica: "As crianças em áreas de alta quantidade de flúor tinham significativamente menor QI do que aqueles que viviam em áreas  de baixa quantidade de flúor".

A EPA teve declarações semelhantes, demonstrando como o flúor apresenta "evidência de neurotoxicidade de desenvolvimento" e pode danificar os bebês em gestação. "O flúor atravessa facilmente a placenta. A exposição ao flúor para o cérebro em desenvolvimento, que é muito mais suscetível a danos causados por substâncias tóxicas do que o cérebro maduro, pode, eventualmente, levar a danos de natureza permanente".

Um documento intitulado Fluride - A Modern Toxic Waste diz o seguinte: documentos de uma pesquisa mostram que o flúor aumenta a taxa de crescimento do tumor [de câncer] em 25% em apenas 1 ppm, produz tumores melanóticos, transforma células normais em células cancerosas e aumenta a carcinogênese de outros produtos químicos.

Foi mostrado em 1977 que a fluoretação da água provoca cerca de 10.000 mortes por câncer em estudos epidemiológicos por Dr. Dean Burk, o ex-chefe da Seção de citoquímica no Instituto Nacional do Câncer e Yiamouyiannis.

Para os países pobres, o uso de Tulsi para a purificação de água é o ideal, mas também para as nações "civilizadas" que colocam flúor na água potável, para começar. Talvez possamos ignorar os filtros de água mais caros e usar a natureza em seu lugar.

Agora, se pudermos descobrir como remover o cloro, pesticidas e outros resíduos tóxicos, com uma planta, isso seria precioso. Opções além da compra de um sistema de osmose reversa seria tão benéfico como folhas de Tulsi, uma vez que até mesmo plantas de casa tendem a crescer melhor em água sem cloro em si, e os peixes definitivamente não gostam do produto químico. Se folhas de Tulsi fazer isso com o flúor, não há porque não ter outra planta na cornucópia da natureza que possa ajudar com outras toxinas.

http://noticias-alternativas.blogspot.com.br/2013/04/manjericao-santo-remove-fluor-da-agua-e.html

A cidade com hortas que oferecem alimentos gratuitos a seus moradores




Todmorden é uma pequena cidade da Inglaterra, na qual seus 17 mil habitantes podem se alimentar de graça. Há cinco anos nasceu o projeto The Incredible Edible Todmorden, que consiste no cultivo de hortas coletivas em espaços públicos da cidade. Todo alimento cultivado nestes locais está disponível para qualquer morador consumir. E de graça.
São mais de 40 cantos comestíveis espalhados por Todmorden: desde banheiras nas ruas até o quintal da delegacia da cidade, passando por jardins de centros de saúde e do cemitério local. A ideia é incentivar que toda comunidade cultive seus próprios alimentos e pense melhor sobre os recursos que consome.
“Não fazemos isso porque estamos entediados, mas porque queremos dar início a uma revolução”, diz Pam Warhurst, cofundadora do projeto, durante sua palestra no TEDSalon, em Londres. “As pessoas querem ações positivas nas quais possam se engajar e, bem no fundo, sabem que chegou a hora de assumir responsabilidades e investir em mais gentileza com o outro e com o meio ambiente”.
Veja o vídeo.



http://aboanoticiadodia.tumblr.com/post/48204392246/a-cidade-com-hortas-que-oferecem-alimentos-gratuitos-a