segunda-feira, 17 de março de 2014
domingo, 16 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Manjericão Santo remove flúor da água e beneficia a glândula pineal
Uma planta chamada Tulsi, ou Manjericão Santo (Ocimum tenuiflorum), que cresce por toda a Índia pode ser apenas outra resposta para retirar o flúor da água em países pobres em todo o mundo. Cientistas da Universidade de Rajasthan descobriram que o Tulsi pode substituir algumas das alternativas mais caras para a remoção de flúor.
Os investigadores conduziram o experimento em uma aldeia de Narketpally, imergindo 75 mg de folhas de manjericão santo em 100ml de água que tinha mais de 7 partes de flúor por milhão de água. Após a imersão das folhas em água durante apenas 8 horas, o flúor foi reduzido para apenas 1,1 partes por milhão. A Organização Mundial de Saúde diz que os níveis "seguros" de flúor na água não são mais do que uma parte por milhão.
Com a recente admissão da Universidade de Harvard que o flúor é ruim para a saúde, e as notícias continuadamente apontam para o flúor sendo responsável por esgotar a capacidade do cérebro causando déficit de atenção, ou mesmo calcificando a glândula pineal, (que inibe importantes secreções hormonais como a melatonina e serotonina, e DMT), é uma notícia maravilhosa de que um remédio tão simples foi encontrado.
Alguns perigos do flúor
Como mencionado, o flúor tem sido associado a diversas consequências para a saúde, e por uma boa razão: é tóxico.
Um estudo de Harvard explica: "As crianças em áreas de alta quantidade de flúor tinham significativamente menor QI do que aqueles que viviam em áreas de baixa quantidade de flúor".
A EPA teve declarações semelhantes, demonstrando como o flúor apresenta "evidência de neurotoxicidade de desenvolvimento" e pode danificar os bebês em gestação. "O flúor atravessa facilmente a placenta. A exposição ao flúor para o cérebro em desenvolvimento, que é muito mais suscetível a danos causados por substâncias tóxicas do que o cérebro maduro, pode, eventualmente, levar a danos de natureza permanente".
Um documento intitulado Fluride - A Modern Toxic Waste diz o seguinte: documentos de uma pesquisa mostram que o flúor aumenta a taxa de crescimento do tumor [de câncer] em 25% em apenas 1 ppm, produz tumores melanóticos, transforma células normais em células cancerosas e aumenta a carcinogênese de outros produtos químicos.
Foi mostrado em 1977 que a fluoretação da água provoca cerca de 10.000 mortes por câncer em estudos epidemiológicos por Dr. Dean Burk, o ex-chefe da Seção de citoquímica no Instituto Nacional do Câncer e Yiamouyiannis.
Para os países pobres, o uso de Tulsi para a purificação de água é o ideal, mas também para as nações "civilizadas" que colocam flúor na água potável, para começar. Talvez possamos ignorar os filtros de água mais caros e usar a natureza em seu lugar.
Agora, se pudermos descobrir como remover o cloro, pesticidas e outros resíduos tóxicos, com uma planta, isso seria precioso. Opções além da compra de um sistema de osmose reversa seria tão benéfico como folhas de Tulsi, uma vez que até mesmo plantas de casa tendem a crescer melhor em água sem cloro em si, e os peixes definitivamente não gostam do produto químico. Se folhas de Tulsi fazer isso com o flúor, não há porque não ter outra planta na cornucópia da natureza que possa ajudar com outras toxinas.
http://noticias-alternativas.blogspot.com.br/2013/04/manjericao-santo-remove-fluor-da-agua-e.html
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Nano Fractais
| Para captar as imagens, ele utiliza microscópios especiais tridimensionais Foto: BBC Brasil |
Cientista fotografa grãos de areia ampliados 250 vezes
Um cientista americano fotografa grãos de areia e amplia as imagens mais de 250 vezes, revelando estruturas de formatos inusitados e cores vívidas. "Cada grão de areia é único", afirma Gary Greenberg, diretor do Laboratório de Microscopia e Microanálise do Instituto de Astronomia na Universidade do Havaí (EUA).
Greenberg, que fotografa grãos de areia há dez anos, é originalmente
fotógrafo e cineasta, mas mudou-se de Los Angeles para Londres nos anos
1970 com o objetivo de tornar-se doutor em pesquisa biomédica pela
University College, na capital britânica. O especialista diz que os
grãos trazem consigo histórias sobre a geologia, a biologia e a ecologia
da região de onde se originam.
Para captar as imagens, ele utiliza microscópios especiais
tridimensionais. Greenberg afirma que fotografar os grãos é uma tarefa
complicada, já que os microscópios que ele utiliza têm pouca
profundidade de campo, dificultando a obtenção do foco. "Eu supero essa
limitação fotografando uma série de imagens tomadas com focos
distintos", afirma o professor.
"Para produzir uma imagem totalmente em foco, um programa de
computador analisa cada imagem captada na série, seleciona as que estão
bem focadas e descarta as outras".
http://noticias.terra.com.br/ciencia/cientista-fotografa-graos-de-areia-ampliados-250-vezes,242900beca2da310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html
http://noticias.terra.com.br/ciencia/cientista-fotografa-graos-de-areia-ampliados-250-vezes,242900beca2da310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html
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